Renault apresenta motor 1.3 TCe no Mégane

By on 4 Fevereiro, 2019

Aposta gasolina

O ano de 2019 começou com a chegada de uma nova motorização na Renault, concebida em parceria com a Daimler, o bloco 1.3 TCe. Uma proposta que faz o seu lançamento no Renault Mégane, com preços a começarem nos 24 255€

André Duarte
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Os modelos gasolina têm cada vez ganhado mais espaço no mercado, tanto em oferta por parte das marcas, como em procura nos respetivos clientes. Neste contexto, com o lançamento do motor 1.3 TCe na Renault, para cada motor diesel, a marca passa a ter disponível também um bloco gasolina. O Renault Mégane foi o modelo escolhido para a apresentação à imprensa deste novo motor a gasolina e os preços, para as respetivas versões, começam nos: 24.255€ (berlina), 24.275 (Grand Coupé) e 25.170€ (Sport Tourer). O Méganeo está também disponível com três níveis de equipamento: Limited; GT Line; Bose Edition.

Os modelos a gasolina têm cada vez ganhado mais espaço no mercado, tanto em oferta por parte das marcas, como em procura nos respetivos clientes. Neste contexto, com o lançamento do motor 1.3 TCe na Renault, para cada motor diesel, a marca passa a ter disponível também um bloco a gasolina. O Renault Mégane foi o modelo escolhido para a apresentação à imprensa deste novo motor a gasolina e os preços, para as respetivas versões, começam nos: 24.255€ (berlina), 24.275 (Grand Coupé) e 25.170€ (Sport Tourer). O Mégane está também disponível com três níveis de equipamento: Limited; GT Line; Bose Edition.

Principais características

A proposta 1.3 TCe foi desenvolvida à luz do protocolo WLTP e é compatível com a norma ambiental EURO 6D-TEMP (em vigor a partir de setembro próximo). Entre as principais características destacam-se: “Bore Spray Coating”, ou seja, revestimento dos cilindros com aço de alta resistência (técnica estreada no Nissan GT-R) – uma opção que visa melhorar a eficiência através da redução do atrito e otimização da transferência de calor; aumento da pressão de injeção direta de combustível, em 250 bar, para reduzir os consumos e emissões; desenho específico da câmara de combustão, que otimiza a mistura de combustível/ar; árvore de cames variável com linguetas de gestão hidráulica – permite maior binário a baixas rotações e maior linearidade a rotações mais elevadas; filtro de partículas (FAP) em todas as versões do motor, com vista à redução das emissões.

Três propostas

Neste momento o bloco está disponível com três níveis de potência: TCe 115 FAP, TCe 140 FAP e TCe 160 FAP. O TCe 115 FAP constitui a versão de entrada e é mais direcionado para um cliente profissional, pelo seu custo mais reduzido. O binário é de 220 Nm às 1500 rpm. Esta proposta surge associada a uma caixa manual de seis velocidades e está disponível com o nível de equipamento Limited. No nível acima temos a versão de 140 cv, obtidos às 5.000 rpm, e um binário de 240 Nm às 1600 rpm. É proposta com caixa manual de 6 velocidades ou automática de dupla embraiagem EDC de 7. A proposta de topo é o bloco de 160 cv, também disponível com ambas as versões de caixa de velocidades. A potência máxima chega-nos às 5.500 rpm e o binário de 260 Nm às 1.750 rpm.

Primeiro contacto

Num curto primeiro contacto com o novo bloco 1.3 TCe de 140 cv, alocado a uma caixa manual de 6 velocidades, o motor sobressaiu pela sua quase ausência de ruído, mas também pela forma linear com que nos chega a potência. É a partir das 1500 rpm que os 220 Nm de binário se revelam, mas ao volante foi a partir das 2000 rpm que nos transpareceu maior conforto na utilização de cada relação, escalando até às 2750/3000 para se realizar passagens de caixa sem que se perdesse muito embalo. Mediante o modo de condução escolhido (Eco; Comfort; Sport; Neutral; Perso.) obviamente que há variações, mas de uma forma geral é um bloco que se adequa bem ao Mégane e à sua genética de modelo que tem um bom compromisso com a estrada e nos permite desfrutar de alguns trajetos mais sinuosos com prazer. Para isso contribuem o chassis e suspensão que nos garantem um comportamento equilibrado. No entanto, em recuperações, é ainda assim um motor que não se revela muito expedito, e ficou a sensação de que carece de algum fulgor nesse aspeto. Apesar de o pendor não terem sido os consumos, numa condução regrada e cumpridora, maioritariamente em autoestrada, nunca baixámos dos 7,0l, o que pode dar que pensar. Com a versão de 160 cv e igual opção de caixa não chegámos a realizar uma dezena de quilómetros. Contudo, o curtíssimo contacto deu para perceber que é um bloco que já nos pode colocar facilmente um sorriso no rosto. A resposta é bem mais pronta e a faixa de utilização de cada relação pareceu-nos maior, o que também aumenta o conforto ao volante e dispensa de recorrermos com frequência há caixa de velocidades. Em qualquer um dos casos ficou o desejo de mais… venha o ensaio.

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