Volvo XC40 T4 Recharge – Ensaio Teste

By on 6 Dezembro, 2022

Tal como os grandes

Da família de SUV da Volvo, o XC40 continua a ser o mais pequeno e também o mais acessível dos modelos da marca. E agora, com a versão T4 Recharge, esta é também a opção mais acessível da marca nórdica no que diz respeito a versões híbridas plug-in. Apesar do tamanho, no entanto, o XC40 mantém um visual muito semelhante aos seus irmãos de maior porte, com uma imagem de marca perfeitamente definida e o mesmo desenho minimalista, mas com linhas bem vincadas que tanto caracteriza esta marca.

Texto: André Mendes
[email protected]


Mais:

– Comportamento;
– Qualidade a bordo;
– Segurança;

Menos:

– Bagageira pouco ampla;
– Preço dos opcionais;
– Consumos;

Exterior

7/10

A marca que até há uns anos era conhecida pela sua gama de carrinhas, é agora dedicada quase na totalidade aos SUV, uma vez que é este o formato mais procurado pelos seus clientes. E com o XC40, a Volvo conseguiu chegar a ainda mais pessoas e cativar ainda mais clientes. Ainda que seja o mais compacto da gama, o XC40 soma quase 4,5 metros de comprimento e mais de 1,65 metros de altura, fazendo com que não seja o mais pequeno dos SUV no meio do trânsito. Por se tratar da linha 40, o desenho da secção traseira viu a matrícula passar para o pára-choques, deixando apenas as letras da marca na tampa da bagageira, mas, na frente, continuam a destacar-se as óticas com as luzes de condução diurna num formato inspirado no martelo de Thor e um visual mais agressivo, que deixa este modelo mais apelativo. A unidade ensaiada contava com as (opcionais) jantes de 20 polegadas, que também contribuem para o visual mais dinâmico, mas, quando visto de um ângulo lateral, é o enorme pilar traseiro do XC40 que se destaca. É onde encontramos a assinatura Recharge, que faz parte dos modelos com a capacidade de carregarem o sistema elétrico através da rede, mas o seu desenho acabou por trazer algumas condicionantes ao habitáculo.

Interior

7/10

A bordo do XC40, a imagem é tipicamente Volvo, sendo possível reconhecer diversos componentes de outras gamas, ainda que alguns deles numa dimensão ligeiramente mais compacta. Com a mais recente atualização, o interior do XC40 recebeu um painel de instrumentos totalmente digital e um ambiente mais tecnológico, que mantém o monitor central numa posição vertical e no lugar de maior destaque a bordo. É através dele que controlamos quase tudo, até os comandos da climatização, mas tudo de uma forma relativamente simples, depois de nos habituarmos à localização das funções que mais usamos.

Sentados ao volante, a posição de condução mais elevada é excelente e conta com boas regulações. A qualidade dos materiais é elevada, tal como os acabamentos, com diversas zonas de tecido nos painéis das portas e na zona inferior da consola central. Para quem viaja atrás, o espaço disponível é suficiente para que duas pessoas viajem com um bom nível de conforto, mas a bagageira pouco passa dos 400 litros de capacidade, o que pode ser à justa em algumas situações. Ainda nos lugares traseiros, a condicionante que falávamos há pouco, está relacionada com a luz que o desenho da moldura das janelas não deixa entrar, fazendo com que o ambiente seja um pouco mais escuro nos lugares de trás. Porém, e por se tratar de um Volvo, soluções como a proteção para crianças, individual, de abertura das portas traseiras, continuam a ser extremamente bem-vindas.

Equipamento

6/10

Com o nível de equipamento base, o XC40 já oferece um conjunto de elementos razoável, tais como o sistema de iluminação em LED, o chassis dinâmico, a direção assistida adaptativa e diversos sistemas de assistência à condução. Mas com a adição do pacote Plus, tal como na unidade ensaiada, e que está disponível por 4367 euros, a lista de equipamento passa a ser muito mais recheada. Com esta opção, o XC40 já vem equipamento com um sistema de som Premium da Harman Kardon, com comando elétrico e memórias para o assento do condutor, assistência ao estacionamento, com sensores à frente, atrás e camara traseira e até um purificador de ar para o habitáculo. Isto tudo, além dos outros extras que se encontram disponíveis para o XC40 e que, no caso da unidade ensaiada, transformaram um pouco o seu preço base. Menos positivo, é o facto de ainda precisarmos de um cabo para utilizar a conectividade com o smartphone com as funções Apple CarPlay ou Android Auto.

Consumos

6/10

O gasto de combustível e de eletricidade nesta versão do XC40 é bastante interessante de ir acompanhando, uma vez que inclui um mostrador próprio no monitor central, que nos permite ir vendo onde podemos melhor e onde abusámos do pedal do lado direito. Ao mesmo tempo, mostra-nos a média de consumo de combustível, mas também de eletricidade em cada deslocação efetuada. E neste caso, foi possível ver que enquanto houver carga na bateria, o XC40 consegue ser bastante poupado, ainda que não tenhamos conseguido registar os valores declarados pela marca. Em contrapartida, em deslocações citadinas mais curtas e sem a ajuda de eletricidade, chegámos a ver um valor acima dos dez litros. No final do ensaio, no entanto, a média acabou por ficar nos 6,5 litros, o que pode parecer um pouco elevado, mas acaba por traduzir a necessidade de conduzir em ambientes um pouco mais fluidos, usando a regeneração e ter a preocupação de iniciar cada viagem com a bateria totalmente carregada, com o objetivo de tentar alcançar os 50 quilómetros de condução puramente elétrica anunciados pela Volvo.

Ao Volante

7/10

O XC40 começa sempre por nos mostrar o seu lado mais prático numa utilização convencional do dia-a-dia e a presença do sistema híbrido plug-in faz com que a maioria das deslocações consigam ser efetuadas em modo puramente elétrico, pelo menos, enquanto a bateria tiver carga. Os cinco modos de condução permitem otimizar o funcionamento do sistema, com destaque para a posição ‘Pure’, que aposta quase por completo na utilização de eletricidade e não de combustível ou para o modo ‘Power’, que tem sempre os dois motores disponíveis para tudo o que desejarmos extrair deste sistema híbrido.

Com a presença das jantes de 20 polegadas, nota-se que o pisar o XC40 fica bem mais firme, mas o conforto não sai muito penalizado, sendo também positiva a precisão que adicionam à direção, que nos dá ainda mais vontade de explorar o seu comportamento dinâmico, que consegue ser divertido, mesmo com um motor de “apenas” três cilindros e 1,5 litros de capacidade.

Motor

7/10

Se não tivéssemos olhado para a ficha técnica antes de conduzir este XC40 T4, ia demorar um pouco até percebermos que lá na frente, debaixo do capot, está um motor de apenas três cilindros em linha, com 1,5 litros de cilindrada. Sozinho, consegue oferecer uma potência máxima de 129 cavalos, tal como na versão T2 do XC40, mas no caso deste T4 Recharge, o pequeno motor a gasolina recebe a companhia de uma segunda motorização elétrica de 60 kW (81,6 cv), que já dão origem a um valor de 211 cavalos para a potência total deste sistema híbrido. E desta forma, já ficamos com um valor bem apetecível para o mais pequeno dos SUV da Volvo.

Balanço Final

7/10

Divertido de conduzir e com apetências familiares, o XC40 é um excelente modelo para uma família não muito numerosa. A presença do sistema híbrido plug-in traz ainda mais vantagens a este SUV, uma vez que nos permite gerir os gastos de uma forma muito mais controlada e até poupada com a possibilidade de carregar o sistema com mais frequência. O preço é um pouco mais elevado que o desejado, especialmente quando incluímos os equipamentos mais interessantes, mas de uma forma geral, o XC40 T4 Recharge é um excelente compromisso.

Concorrentes

Audi Q3 45 TFSIe S tronic
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 245 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 56 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h: 7,3 seg.; Consumo combinado: 1.6 l/100 km; Preço 51.977 €

BMW X1 xDrive 25e
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 245 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 77 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h: 6,8 seg.; Consumo combinado: 0.7 l/100 km; Preço 53.273 €

DS7 E-Tense 4×2
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 225 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 65 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h 9,9 seg.; Consumo combinado: 1.2 l/100 km; Preço 56.130 €

Mercedes-Benz GLA 250e
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 160+102 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 62 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h: 7,1 seg.; Consumo combinado: 1.3 l/100 km; Preço 55.150 €

Ficha Técnica

Motor
Tipo: 3 cilindros em linha, gasolina
Cilindrada (cm3): 1.477
Potência máxima (CV/rpm): 211/5.000
Binário máximo (Nm/rpm): 405/2.700
Tração: Dianteira
Transmissão: Automática de sete relações
Direção: Assistida eletricamente
Suspensão (ft/tr): McPherson / Multibraços
Travões (fr/tr): discos ventilados / discos

Prestações e consumos
Aceleração 0-100 km/h (s): 8,5
Velocidade máxima (km/h): 180
Consumo misto (l/100 km): 2,1
Emissões CO2 (gr/km): 47
Consumo misto (kWh/100 km): 15,3
Autonomia máxima em modo elétrico (km): 46

Dimensões e pesos
Comprimento/Largura/Altura (mm): 4.440/1.863/1.652
Distância entre eixos (mm): 2.702
Largura de vias (fr/tr mm): 1.573/1.585
Peso (kg): 1.580
Capacidade da bagageira (l): 405
Capacidade do depósito (l): 48
Pneus (fr/tr): 245/45 R20

Preço da versão ensaiada (Euros): 58.020 €
Preço da versão base (Euros): 49.975 €

Exterior
Interior
Equipamento
Consumos
Ao volante
Concorrentes
Motor
Balanço final
Ficha técnica

Exterior

A marca que até há uns anos era conhecida pela sua gama de carrinhas, é agora dedicada quase na totalidade aos SUV, uma vez que é este o formato mais procurado pelos seus clientes. E com o XC40, a Volvo conseguiu chegar a ainda mais pessoas e cativar ainda mais clientes. Ainda que seja o mais compacto da gama, o XC40 soma quase 4,5 metros de comprimento e mais de 1,65 metros de altura, fazendo com que não seja o mais pequeno dos SUV no meio do trânsito. Por se tratar da linha 40, o desenho da secção traseira viu a matrícula passar para o pára-choques, deixando apenas as letras da marca na tampa da bagageira, mas, na frente, continuam a destacar-se as óticas com as luzes de condução diurna num formato inspirado no martelo de Thor e um visual mais agressivo, que deixa este modelo mais apelativo. A unidade ensaiada contava com as (opcionais) jantes de 20 polegadas, que também contribuem para o visual mais dinâmico, mas, quando visto de um ângulo lateral, é o enorme pilar traseiro do XC40 que se destaca. É onde encontramos a assinatura Recharge, que faz parte dos modelos com a capacidade de carregarem o sistema elétrico através da rede, mas o seu desenho acabou por trazer algumas condicionantes ao habitáculo.

Interior

A bordo do XC40, a imagem é tipicamente Volvo, sendo possível reconhecer diversos componentes de outras gamas, ainda que alguns deles numa dimensão ligeiramente mais compacta. Com a mais recente atualização, o interior do XC40 recebeu um painel de instrumentos totalmente digital e um ambiente mais tecnológico, que mantém o monitor central numa posição vertical e no lugar de maior destaque a bordo. É através dele que controlamos quase tudo, até os comandos da climatização, mas tudo de uma forma relativamente simples, depois de nos habituarmos à localização das funções que mais usamos.

Sentados ao volante, a posição de condução mais elevada é excelente e conta com boas regulações. A qualidade dos materiais é elevada, tal como os acabamentos, com diversas zonas de tecido nos painéis das portas e na zona inferior da consola central. Para quem viaja atrás, o espaço disponível é suficiente para que duas pessoas viajem com um bom nível de conforto, mas a bagageira pouco passa dos 400 litros de capacidade, o que pode ser à justa em algumas situações. Ainda nos lugares traseiros, a condicionante que falávamos há pouco, está relacionada com a luz que o desenho da moldura das janelas não deixa entrar, fazendo com que o ambiente seja um pouco mais escuro nos lugares de trás. Porém, e por se tratar de um Volvo, soluções como a proteção para crianças, individual, de abertura das portas traseiras, continuam a ser extremamente bem-vindas.

Equipamento

Com o nível de equipamento base, o XC40 já oferece um conjunto de elementos razoável, tais como o sistema de iluminação em LED, o chassis dinâmico, a direção assistida adaptativa e diversos sistemas de assistência à condução. Mas com a adição do pacote Plus, tal como na unidade ensaiada, e que está disponível por 4367 euros, a lista de equipamento passa a ser muito mais recheada. Com esta opção, o XC40 já vem equipamento com um sistema de som Premium da Harman Kardon, com comando elétrico e memórias para o assento do condutor, assistência ao estacionamento, com sensores à frente, atrás e camara traseira e até um purificador de ar para o habitáculo. Isto tudo, além dos outros extras que se encontram disponíveis para o XC40 e que, no caso da unidade ensaiada, transformaram um pouco o seu preço base. Menos positivo, é o facto de ainda precisarmos de um cabo para utilizar a conectividade com o smartphone com as funções Apple CarPlay ou Android Auto.

Consumos

O gasto de combustível e de eletricidade nesta versão do XC40 é bastante interessante de ir acompanhando, uma vez que inclui um mostrador próprio no monitor central, que nos permite ir vendo onde podemos melhor e onde abusámos do pedal do lado direito. Ao mesmo tempo, mostra-nos a média de consumo de combustível, mas também de eletricidade em cada deslocação efetuada. E neste caso, foi possível ver que enquanto houver carga na bateria, o XC40 consegue ser bastante poupado, ainda que não tenhamos conseguido registar os valores declarados pela marca. Em contrapartida, em deslocações citadinas mais curtas e sem a ajuda de eletricidade, chegámos a ver um valor acima dos dez litros. No final do ensaio, no entanto, a média acabou por ficar nos 6,5 litros, o que pode parecer um pouco elevado, mas acaba por traduzir a necessidade de conduzir em ambientes um pouco mais fluidos, usando a regeneração e ter a preocupação de iniciar cada viagem com a bateria totalmente carregada, com o objetivo de tentar alcançar os 50 quilómetros de condução puramente elétrica anunciados pela Volvo.

Ao volante

O XC40 começa sempre por nos mostrar o seu lado mais prático numa utilização convencional do dia-a-dia e a presença do sistema híbrido plug-in faz com que a maioria das deslocações consigam ser efetuadas em modo puramente elétrico, pelo menos, enquanto a bateria tiver carga. Os cinco modos de condução permitem otimizar o funcionamento do sistema, com destaque para a posição ‘Pure’, que aposta quase por completo na utilização de eletricidade e não de combustível ou para o modo ‘Power’, que tem sempre os dois motores disponíveis para tudo o que desejarmos extrair deste sistema híbrido.

Com a presença das jantes de 20 polegadas, nota-se que o pisar o XC40 fica bem mais firme, mas o conforto não sai muito penalizado, sendo também positiva a precisão que adicionam à direção, que nos dá ainda mais vontade de explorar o seu comportamento dinâmico, que consegue ser divertido, mesmo com um motor de “apenas” três cilindros e 1,5 litros de capacidade.

Concorrentes

Audi Q3 45 TFSIe S tronic
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 245 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 56 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h: 7,3 seg.; Consumo combinado: 1.6 l/100 km; Preço 51.977 €

BMW X1 xDrive 25e
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 245 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 77 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h: 6,8 seg.; Consumo combinado: 0.7 l/100 km; Preço 53.273 €

DS7 E-Tense 4×2
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 225 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 65 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h 9,9 seg.; Consumo combinado: 1.2 l/100 km; Preço 56.130 €

Mercedes-Benz GLA 250e
Motor: Híbrido (Gasolina e elétrico); 160+102 cavalos; Autonomia em modo elétrico: 62 km; Aceleração dos 0 aos 100 km/h: 7,1 seg.; Consumo combinado: 1.3 l/100 km; Preço 55.150 €

Motor

Se não tivéssemos olhado para a ficha técnica antes de conduzir este XC40 T4, ia demorar um pouco até percebermos que lá na frente, debaixo do capot, está um motor de apenas três cilindros em linha, com 1,5 litros de cilindrada. Sozinho, consegue oferecer uma potência máxima de 129 cavalos, tal como na versão T2 do XC40, mas no caso deste T4 Recharge, o pequeno motor a gasolina recebe a companhia de uma segunda motorização elétrica de 60 kW (81,6 cv), que já dão origem a um valor de 211 cavalos para a potência total deste sistema híbrido. E desta forma, já ficamos com um valor bem apetecível para o mais pequeno dos SUV da Volvo.

Balanço final

Divertido de conduzir e com apetências familiares, o XC40 é um excelente modelo para uma família não muito numerosa. A presença do sistema híbrido plug-in traz ainda mais vantagens a este SUV, uma vez que nos permite gerir os gastos de uma forma muito mais controlada e até poupada com a possibilidade de carregar o sistema com mais frequência. O preço é um pouco mais elevado que o desejado, especialmente quando incluímos os equipamentos mais interessantes, mas de uma forma geral, o XC40 T4 Recharge é um excelente compromisso.

Ficha técnica

Motor
Tipo: 3 cilindros em linha, gasolina
Cilindrada (cm3): 1.477
Potência máxima (CV/rpm): 211/5.000
Binário máximo (Nm/rpm): 405/2.700
Tração: Dianteira
Transmissão: Automática de sete relações
Direção: Assistida eletricamente
Suspensão (ft/tr): McPherson / Multibraços
Travões (fr/tr): discos ventilados / discos

Prestações e consumos
Aceleração 0-100 km/h (s): 8,5
Velocidade máxima (km/h): 180
Consumo misto (l/100 km): 2,1
Emissões CO2 (gr/km): 47
Consumo misto (kWh/100 km): 15,3
Autonomia máxima em modo elétrico (km): 46

Dimensões e pesos
Comprimento/Largura/Altura (mm): 4.440/1.863/1.652
Distância entre eixos (mm): 2.702
Largura de vias (fr/tr mm): 1.573/1.585
Peso (kg): 1.580
Capacidade da bagageira (l): 405
Capacidade do depósito (l): 48
Pneus (fr/tr): 245/45 R20

Preço da versão ensaiada (Euros): 58.020 €
Preço da versão base (Euros): 49.975 €

Preço da versão ensaiada (Euros): 58020€
Preço da versão base (Euros): 49975€