Diferença entre carros híbridos e híbridos plug-in?

By on 9 Janeiro, 2019

Hoje em dia os carros híbridos são cada vez mais uma realidade. Porém, quando pensamos em comprar um modelo híbrido, podemos deparar-nos com duas variantes: híbridos e híbridos plug-in. Conheça as diferenças em seguida.

Híbridos

Funcionamento modelos híbridos: têm dois motores, um de combustão e um elétrico, sendo que este último funciona como apoio ao primeiro. Ambos podem trabalhar em sintonia, ou de forma independente, sendo essa gestão feita de forma autónoma pelo sistema. Nos modelos híbridos, por regra, o motor elétrico entra em funcionamento no arranque, em marcha-atrás e sempre que em roda livre ou na travagem. Nas demais situações de aceleração, o sistema gere ambos os motores, e tanto pode utilizar apenas o motor de combustão, como ambos;

Autonomia híbridos: as baterias são de curta autonomia e podem permitir uma condução em modo totalmente elétrico até um máximo, por norma, de 2 km, mediante o nosso estilo de condução, como no tipo de aceleração e velocidade de circulação (geralmente não mais de 50 km/h);

Consumo híbridos: os modelos híbridos permitem-nos fazer uma condução mais eficiente, fruto do auxílio do motor elétrico na maioria dos momentos de condução, residindo aí o seu grande contributo em matéria de consumos;

Híbridos Plug-in

Funcionamento modelos híbridos plug-in: os modelos híbridos plug-in têm também um motor de combustão e um motor elétrico. A diferença em relação aos modelos somente híbridos é que as baterias proporcionam maior autonomia e podem ser carregadas através de uma tomada, à semelhança dos modelos totalmente elétricos. Por outro lado, a gestão do sistema, por regra, já pode ser feita pelo condutor, optando este por circular unicamente com o motor de combustão, com o motor elétrico, ou selecionando a opção auto, que deixa ao critério do sistema híbrido a gestão dos dois motores;

Autonomia híbridos plug-in: os modelos híbridos plug-in têm baterias com maior capacidade, as quais, por esse mesmo motivo, permitem já circular-se distâncias significativas de forma totalmente elétrica. Obviamente que tal depende de marca para marca e varia também consoante os modelos, mas, por exemplo, já há veículos que anunciam uma autonomia elétrica de 25/30 km, chegando mesmo alguns aos 50/60 km. Neste caso, os veículos têm já tomada de carregamento para as baterias, à semelhança dos modelos totalmente elétricos;

Poupança híbridos plug-in: a grande vantagem dos modelos híbridos plug-in está no facto de podermos ter um modelo que, em ‘part-time’, é totalmente elétrico, e garante-nos as mais valias de modelos com essas características, mas que, ao mesmo tempo, caso não tenhamos bateria, nunca nos deixa a pé, e permite-nos abastecer de comsbustível em qualquer posto. Neste sentido, os de maior autonomia elétrica permitem-nos reduzir em muito os consumos, ou até anulá-los, mediante as distâncias percorridas. Se um condutor fizer apenas 30/40 km diários, há modelos que já o permitem em modo totalmente elétrico, fruto da capacidade das baterias. Por outro lado, mesmo para distâncias maiores, a gestão do sistema faz com que a utilização do motor de combustão seja parcialmente reduzida, desde que obviamente com as baterias totalmente carregadas. Algo que tem reflexos diretos nos consumos;

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