Ecrãs táteis do novo Mégane E-Tech Electric são os maiores de sempre num Renault

By on 14 Fevereiro, 2022

A nova geração de monitores táteis que a Renault vai estrear com o Mégane E-Tech Electric e que também já podemos observar nos teasers que têm vindo a ser divulgados do novo Austral, é designada por OpenR e combina diversas novas tecnologias.

Enquanto vamos espreitando para o interior dos modelos que a Renault se prepara para colocar brevemente no mercado, vamos também descobrindo algumas das tecnologias que estas novas soluções integram. No caso do novo Mégane E-Tech Electric, por exemplo, o novo monitor em vidro com um tamanho muito generoso, mostra um sistema baseado em Android, com diversas aplicações e que usa o ecossistema da Google e todas as suas vantagens.

Se incluirmos o monitor do painel de instrumentos, ficamos com uma área de visualização com um formato em L e que conseguem somar uma área total de 774 cm2. Segundo Marc, o Diretor de Design de Experiência na Renault, estes monitores “estão na posição ideal para maximizar a visualização e a operação por parte do condutor, tirando pleno partido das suas capacidades multimédia, mas sem ter de desviar os olhos da estrada”. Além disso, estes são mesmo os maiores ecrãs que a Renault já alguma disponibilizou num automóvel.

O facto de se tratar de um automóvel totalmente elétrico, com uma plataforma especifica, fez com que alguns componentes pudessem ser arrumados noutro local, ou de outra forma, tais como a unidade do ar condicionado, que passou para o compartimento do motor, por exemplo, ou os comandos da caixa e a interface do MySense que estão agora colocados no volante.

Tudo isto permitiu que os novos monitores tivessem uma maior liberdade de posicionamento, mas não foi por isso que a Renault se livrou por completo dos botões. E segundo Marc, “mantivemos os botões por baixo do ecrã central. Desta forma, os comandos mais importantes, como as configurações do ar condicionado, ainda usam uma interação ‘física’. Esta linha de botões cromados parece natural no cockpit. E evita os botões ‘falsos’, não utilizados sob a consola, que as gerações anteriores de automóveis tinham frequentemente”.

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