Futuro do Audi TT está na corda bamba devido às vendas em forte quebra

By on 7 Março, 2019

Foi uma pedrada no charco quando nasceu em 1998, graças ao desenho inspirado de Peter Schreyer. Foi uma dor de cabeça para a marca devido a acidentes graves a velocidades acima dos 180 km/h (obrigando a instalar um ESP, um controlo de tração, uma asa traseira e modificações na suspensão). Foi um sucesso que lhe permitiu estar no ativo ao longo de 21 anos, vai receber uma renovação que lhe permitirá estar no mercado até 2022, mas os seus dias parecem estar contados.

Bram Schot, CEO da Audi, confessou em Genebra que o futuro do TT está em equação há já algum tempo. “É uma bela questão, saber se haverá mais Audi TT. Penso que há espaço para um ícone, mas não tenho a certeza que seja o TT. Por isso, o meu coração sangra quando penso nisso.”

E quando depois disse aos jornalistas em Genebra que “estamos a ‘cozinhar’ algumas coisas que podem tomar o lugar do TT, mas não necessariamente de forma direta.” Para bom entendedor, meia palavra basta. 

Razões para o fim do TT? Primeiro, o emagrecimento cada vez maior do segmento dos desportivos como o TT. Depois, as fracas vendas do modelo e, finalmente, a necessidade de investir na eletrificação, mobilidade e conectividade. A complexidade da gama Audi reduziu-se 27% e maior simplificação vem a caminho, por isso, o “facelift” do TT que chegará, brevemente, ao mercado e onde se manterá até 2022, poderá ser o último.

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