Novo Honda Civic Diesel disponível em Portugal

By on 13 Abril, 2018

A décima geração do Honda Civic está disponível na Europa em formato hatchback dinâmico de cinco portas, para além da versão compacta e sofisticada de quatro portas. Este modelo representa um passo significativo em frente para a Honda no segmento C graças ao maior programa de desenvolvimento de um só modelo em toda a história da empresa.

O Honda Civic é um modelo de importância fundamental para a Honda nos mercados europeus e tem estado sempre no centro das fortes vendas e na tradição da marca nesta região. Para uma grande parte dos clientes europeus, o Honda Civic é sinónimo da marca Honda e a equipa de desenvolvimento apostou agora num rejuvenescimento do modelo, para o colocar para o colocar num nível sem rivais.

“A criação desta décima geração do Civic é um dos planos de desenvolvimento mais ambiciosos e abrangentes de um só modelo até agora abraçados pela Honda”, comentou Mitsuru Kariya, Engenheiro-Chefe e Líder Global de Projeto. “Para além de um empenho sem precedentes dos nossos recursos de I&D, este processo envolveu as operações de vendas e de fabrico em todo o mundo, desde a América do Norte e Japão, à Europa, América do Sul e Ásia. Este é o Honda Civic mais desportivo de sempre e vem estabelecer novos padrões no segmento de veículos compactos, tanto em termos de dinâmica e economia, como de espaço, segurança e qualidade interior.”

Para alcançar este objetivo de liderança no segmento – e cumprir os requisitos exigidos de relação preço/qualidade, economia e excelentes capacidades de fabrico – foi necessário estabelecer uma nova linha de pensamento e novas abordagens em relação à construção da carroçaria, aos aspetos aerodinâmicos e ao design do chassis. A equipa de desenvolvimento uniu-se à volta do mote para este projeto “otokomae”, com vista a criar um propósito bem definido. A palavra “otokomae” simboliza uma sensação de graciosidade e elegância, bem como de beleza interior.

A equipa de desenvolvimento realizou assim testes exaustivos, tendo como referencia uma utilização no mundo real e que incluiu a avaliação de outros veículos de luxo do mercado europeu, a definição de objetivos em termos de condução, maneabilidade, capacidade de direção e redução sistemática dos níveis de ruído, vibração e aspereza (Noise, Vibration and Harshness – NVH), bem como a melhor qualidade interior e requinte geral.

Com a herança dos seus 40 anos, o Honda Civic mantém-se fiel ao seu conceito original de “um automóvel para todos e um veículo para o mundo”. É uma união entre design distinto, estilo desportivo e funcionalidade prática – com foco renovado numa dinâmica de condução recompensadora.

A sua silhueta é objetiva e afirma de forma confiante todo o carácter desportivo deste modelo. Mais largo, mais comprido e mais baixo do que os seus antecessores, o novo Civic revela distâncias reduzidas entre as extremidades e o centro do eixo dianteiro e linhas fortes que referenciam os elevados níveis de eficiência aerodinâmica. A sua “face” agressiva e afilada, as cavas das rodas pronunciadas, bem como as entradas de ar deixam antever todo o carácter desportivo do Honda Civic.

Este Novo Honda Civic foi concebido de raiz com o sentido de obter uma aerodinâmica ágil e responsiva. A carroçaria de baixo peso e elevada rigidez – o resultado das técnicas inovadoras de engenharia e construção empregues no seu fabrico – complementa o baixo centro de gravidade e o novo e sofisticado sistema de suspensão, contribuindo diretamente para uma experiência de condução arrebatadora e muito divertida.

Esta nova plataforma, mais larga e mais rebaixada, oferece um espaço interior líder na classe. O interior totalmente renovado apresenta uma disposição simples e bem organizada, com novas tecnologias, um requinte excecional e materiais da mais alta qualidade. Os ocupantes viajam sentados em posição baixa, com o condutor a usufruir de uma enorme sensação de ligação com o veículo; o novo Honda Civic combina, assim, um espaço para passageiros sem paralelo e bagagem com versatilidade e utilização prática. A segunda geração do sistema de infotainment e conectividade da Honda incorpora agora compatibilidade e integração total com as plataformas Apple CarPlay[1] e Android Auto[2].

A gama Honda Civic apresenta, para além da versão 1.6 iDTEC, duas motorizações VTEC TURBO a gasolina totalmente novas.

O conjunto de sistemas avançados de segurança que compõem o Pack Honda Sensing e os diversos sistemas de assistência à condução tornam este Civic um dos veículos mais seguros do seu segmento.

O Novo Civic Hatchback de cinco portas é construído na Europa, na fábrica da Honda UK Manufacturing e é exportado para todo o mundo. O Civic Sedan continua a ser fabricado na Turquia.

Os conceitos, a abordagem e as tecnologias empregues neste Novo Honda Civic representam uma afirmação da posição da Honda como marca desportiva e avançada e confirmam também o empenho da marca para com os mercados europeus, no segmento de veículos compactos.

Motor diesel 1.6 i-DTEC totalmente revisto, oferece níveis excelentes e realistas de economia, eficiência e requinte

A Honda introduziu revisões significativas no seu motor 1.6 i-DTEC diesel de 120 CV para toda a nova gama do Honda Civic, oferecendo agora excelentes níveis de performance e eficiência. O objetivo de desenvolvimento na renovação deste motor foi oferecer respostas atléticas e elevada sensibilidade ao condutor, com maior requinte, à custa da aplicação de tecnologias de precisão, em conjunto com níveis de NOx mais reduzidos.

O bloco de quatro cilindros e 1.597 cm³ debita uma potência máxima de 120 CV (88 kW) às 4.000 rpm, com um binário máximo de 300 N·m logo às 2.000 rpm; com isto, o Honda Civic hatchback vai de 0 a 100 km/h (62 mph) em 10,2 segundos. As emissões de CO2 (obtidas ao abrigo das condições de teste atualizadas NEDC*) são de 91 g/km (Civic Sedan) e 93 g/km (Civic Hatchback), na versão equipada com caixa manual de seis velocidades. Os valores de consumo em circuito combinado, também ao abrigo das condições de teste atualizadas*, são de 3,4 l/100 km (Sedan) e 3,5 l/100 km (Hatchback).

As melhorias no bloco de 1.6 litros diesel incluem tecnologias de redução do atrito nos cilindros, melhorias da eficiência de conversão dos óxidos de azoto (NOx) e o desenvolvimento das capacidades de condução do veículo. Os engenheiros da Honda recorreram a novos processos de produção, diferentes materiais e componentes de nova geração para obter um motor completamente revisto.

Estrutura de alumínio de baixo peso

O motor i-DTEC diesel Honda de 1.6 litros possui uma cabeça de baixo peso em alumínio e um bloco de topo aberto também em alumínio forjado a alta pressão, minimizando assim o peso total do conjunto do motor.

Nesta unidade i-DTEC revista, o design exterior foi melhorado, com estrias adicionais forjadas acrescentadas à superfície do bloco do motor. Estas estrias aumentam a rigidez estrutural e, consequentemente, melhoram a gestão dos níveis de ruído, vibração e aspereza.

A cabeça do motor DOHC (dupla árvore de cames à cabeça) tem peso reduzido e é fabricado em liga de alumínio fundida à pressão. Nesta unidade revista, a cabeça do motor requer assim menos reforços graças à melhoria no arrefecimento do bloco, pelo que foi possível reduzir a espessura – e, portanto, o peso – da estrutura de alumínio. Este novo motor é 280 gramas mais leve do que a anterior geração de motores 1.6 litros i-DTEC, o que representa uma redução de 2%.

Pistões e bielas

No anterior motor 1.6 i-DTEC, os pistões eram de alumínio. Nesta unidade 1.6 i-DTEC revista, os pistões são de aço forjado. A utilização deste material reduz as perdas de arrefecimento, porque evita que a energia térmica se escape do bloco do motor e possibilita a melhoria das transferências térmicas. Estas alterações permitem que a cabeça do motor seja mais estreita e mais leve, sem comprometer a durabilidade. Para reduzir ainda mais o peso, é usada uma cambota de elevada resistência, mais esguia e de peso mais baixo.

Tecnologias de redução do atrito

Um dos pontos-chave do desenvolvimento para os engenheiros da Honda que trabalharam na anterior versão do motor 1.6 i-DTEC foi conseguir reduzir o atrito mecânico dentro do motor diesel a níveis habitualmente encontrados nos motores a gasolina. Com esta unidade 1.6 i-DTEC nova e revista, o desenvolvimento foi levado um passo mais além, com a aplicação de tecnologias adicionais de redução do atrito.

O polimento tipo “planalto” do motor 1.6 i-DTEC permite reduzir ainda mais os níveis de atrito entre os pistões e os cilindros, criando uma superfície ultra suave. Este tipo de polimento é um método de maquinagem de duas fases que usa dois processos de esmerilamento em vez do processo mais convencional de polimento simples. Isto também permite melhorar as características de durabilidade a longo prazo do motor.

O menor atrito gera menos calor, pelo que o polimento tipo planalto também contribui para baixar a pressão máxima de combustão (Pmax) dentro dos cilindros: de 15,8 MPa no anterior motor 1.6 i-DTEC para 14,6 MPa neste novo motor revisto. Com a redução da temperatura e da pressão durante a combustão, a Honda também conseguiu melhorar os consumos do motor 1.6 i-DTEC, mesmo com a introdução de tecnologias adicionais de redução dos níveis de NOx – o que, tipicamente, faz aumentar os consumos.

A maior suavidade dos mecanismos internos não só ajuda a reduzir as emissões e a melhorar a eficiência, como ajuda também a melhorar as respostas do motor, tornando a condução do veículo mais atlética e musculada.

Turbocompressor mais eficiente e de nova geração

Esta unidade 1.6 i-DTEC revista recorre a um novo turbocompressor com um novo design e tecnologias de nova geração em comparação com o seu antecessor. O seu design de geometria variável de alta eficácia e a sua velocidade de rotação são controlados com toda a precisão pelo sistema eletrónico do veículo, minimizando o atraso da entrada em funcionamento do turbo e oferecendo uma combinação otimizada entre potência nas gamas de baixa e média rotação e performances a alta velocidade. As perdas energéticas do sistema são bastante mais reduzidas em relação ao anterior motor i-DTEC, graças ao novo design da unidade compressora dentro do turbo.

Sistemas eficientes de injeção de combustível e caudal de ar do motor

O motor 1.6 i-DTEC usa um sistema de injeção por válvulas solenóide que tem capacidade de operar à pressão elevada de 1.800 bar. Quanto maior a pressão do combustível, mais rapidamente este é injetado, com atomização mais fina dos jatos de combustível que se misturam com o ar nas câmaras de combustão. Isto resulta numa combustão mais limpa e eficiente, o que ajuda a reduzir as emissões e os consumos.

Os cilindros desta unidade i-DTEC têm maior eficiência volumétrica, com elevado caudal de admissão e cabeça de abertura com alto efeito de redemoinho, controlando com precisão o processo de combustão e reduzindo os pontos de maior aquecimento que originam emissões indesejadas. O caudal de ar do motor é gerido pelo sistema EGR (Exhaust Gas Recirculation) de recirculação dos gases do escape; este sistema funciona a alta e a baixa pressão para reduzir os níveis das emissões de NOx.

A Honda introduziu uma série de ajustes nos injetores, também para baixar as emissões. A adição de uma pós-injeção com baixa temperatura ambiente e com o líquido de arrefecimento ainda frio aumenta a temperatura do escape e permite a ativação antecipada do catalisador, para além de aumentar a frequência da injeção-piloto, que também ajuda a reduzir os níveis de NOx. Quando for possível ocorrer a regeneração do filtro de partículas, são aplicadas múltiplas injeções para reduzir o efeito de diluição do óleo e para ajudar a manter a eficiência das performances do motor.

Tecnologias de baixas emissões

O motor i-DTEC diesel Honda de 1.6 litros possui uma cabeça de baixo peso em alumínio e um bloco de topo aberto também em alumínio forjado a alta pressão, minimizando assim o peso total do conjunto do motor. A motorização diesel está equipada com um novo sistema de Conversão e Armazenamento de NOx (NSC, do inglês NOx Storage Converter), que apresenta maior densidade de células de processamento e permite a conversão e a redução mais rápidas das emissões. O filtro de partículas de prata e revestimento fino melhora a eficiência da combustão das partículas das emissões, aumentando a velocidade de combustão e alargando a durabilidade dos componentes do sistema de escape, devido a uma menor produção de calor no filtro de partículas.

Os testes de emissões reais em condução (RDE, do inglês Real Driving Emission) permitem medir o teor de poluentes, tais como os NOx, emitidos pelos veículos durante a condução. Estes testes RDE realizados em conjunto com os testes laboratoriais de ciclo, tais como os testes NEDC e WLTP, medem e asseguram o baixo nível de emissões poluentes dos veículos em condições de utilização reais nas estradas das Europa.

 Sistema de Paragem do Motor ao Ralenti

O Civic 1.6 i-DTEC está equipado de série com o sistema de paragem do motor ao ralenti da Honda. Este sistema permite reduzir os consumos totais do veículo e ajuda a obter os níveis de emissões de CO2 de apenas 91 g/km (Civic Sedan) e 93 g/km (Civic Hatchback), quando equipados com a caixa manual de seis velocidades (ao abrigo das condições de teste atualizadas NEDC)*.

 Caixa manual de 6 velocidades revista

Os anéis sincronizadores foram otimizados para oferecer mudanças de caixa mais suaves e precisas, sendo necessário fazer menos 40 por cento de força para as engrenar, em comparação com a anterior geração do Civic; agora, a qualidade das mudanças está entre as melhoras da classe.

O mecanismo da marcha-atrás por engrenagem helicoidal constante reduz significativamente o ruído e o volante do motor tipo bimassa oferece ainda melhores características de redução dos níveis NVH.

Ainda em 2018, vai estar disponível uma caixa automática de nove velocidades, para aumentar as opções de transmissão do Honda Civic, naquilo que será a primeira aplicação de uma unidade deste tipo num automóvel de tração de duas rodas.

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