Os oito erros mais ridículos que todos vamos acabar por fazer um dia

By on 19 Fevereiro, 2022

Quem conta com a presença de um automóvel no seu dia-a-dia vai acabar por se rir com a lista partilhada neste estudo. Ou pelo menos, dar por si a imaginar o quão perto já esteve de uma, ou mais, destas situações.

Os oito erros mais ridículos que todos vamos acabar por fazer um dia é praticamente daquelas coisas que nunca vamos conseguir evitar, principalmente nestes dias que estamos a viver em que o tempo parece ser cada vez menor e as coisas para fazer cada vez mais. Conseguem-se identificar com alguns destes erros/distrações?

  1. Transportar pequenos objetos no assento do passageiro. Começamos com uma das óbvias. Nas deslocações diárias que fazemos de carro, muitas das vezes não temos ninguém connosco. E por causa disso, para despachar, assim que entramos no carro há uma data de coisas que costumam ir parar ao assento do pendura. Seja uma mochila, as chaves de casa, o telefone, uma garrafa de água e tantas outras coisas que conseguimos (e algumas que não conseguimos) imaginar. E depois, basta uma curva mais apertada, uma travagem mais brusca, um desvio inesperado e lá vão alguns desses objetos parar ao chão ou aquele espaço entre os assentos que parece um buraco negro sem fundo e onde se encontram coisas que julgavam perdidas há bastante tempo.
  2. Trocar o combustível num abastecimento. Colocar gasolina num carro a gasóleo ou o contrário. Esta é uma das distrações que é cada vez mais complicada de acontecer, até porque já há modelos com soluções que o impedem. E com o crescimento dos automóveis elétricos, é ainda mais complicado, uma vez que nesse caso, se tudo não estiver corretamente ligado, o carro pura e simplesmente não carrega. Mas na altura em que chegamos à bomba e temos quatro ou mais mangueiras para escolher, com cores que por vezes mudam consoante a marca, pelo menos, é necessário um ligeiro compasso de espera antes de optar por uma delas. Em algumas vezes, tarde demais.
  3. Esquecer-se do lugar de estacionamento onde deixou o carro. Há (muitas) pessoas que não nasceram com um grande sentido de orientação. E os parques de estacionamento públicos são cada vez maiores e mais parecidos. Mesmo para quem se vai orientando geograficamente nos pisos inferiores dos centros comerciais, nem sempre é fácil recordar qual o corredor ou a área em que deixou o carro. Sendo que muitas vezes, o problema até pode ser estarmos no piso errado.
  4. Não ter o cuidado de recolher os espelhos quando estacionamos. Mais pensada para quem conduz em ambientes urbanos, o recolhimento dos espelhos é algo que todos devíamos ter o hábito de fazer. Aliás, uma grande maioria de modelos até já o faz automaticamente. É que num local de passagem mais movimentado, vai sempre haver um cotovelo ou um braço que vai ter um encontro fatídico com o espelho retrovisor do nosso carro e provocar danos. No espelho, no braço, ou em ambos.
  5. Estacionar demasiado perto de outro carro. Se encontrar um lugar onde o carro que estamos a conduzir se possa estacionar de uma forma simples já é complicado, quanto mais encontrar um que ainda deixe alguma margem para os outros carros. Mas a verdade é esta: quanto mais perto ficar de outro carro, maiores são as probabilidades de ter uma nova decoração na carroçaria quando regressar, seja provocada por uma manobra de estacionamento, por uma abertura de porta ou por qualquer outro incidente ou distração que até poderia ser evitado com um pouco mais de espaço disponível.
  6. Tentar ligar o carro com uma mudança engatada. Quem conduz um carro com caixa automática, não sabe do que estamos a falar. Mas para os utilizadores de uma caixa manual, já houve em tempos (ou vai haver um dia), um daqueles momentos em que o instinto de rodar a chave surge mais cedo do que o movimento de olhar para o comando da caixa de velocidades, ou o tradicional agitar para a esquerda e para a direita para confirmar se está em ponto morto. Felizmente para os mais distraídos, os construtores de automóveis percebem esta dor e já há muitos automóveis que ignoram este rodar de chave se não estivermos a carregar na embraiagem. E agora, também já há diversos modelos em que, em vez da chave, é um comando que temos de premir e também fica eliminada a possibilidade de surgir esta distração.
  7. Estacionar o carro debaixo de árvores. Soa estranho? Afinal, um lugar à sombra é uma daquelas situações que costumamos desejar nos dias mais quentes do ano, quando levamos o carro até ao estacionamento da nossa praia preferida. Mas para quem mora nas cidades e nas avenidas com mais árvores, sabe do que estamos a falar. É que em muitas delas, há verdadeiros condomínios de aves, que não têm acesso a saneamento básico. Basta passar para o ramo preferido e deixar a natureza atuar, sendo que, muitas vezes, é o nosso carro que está lá em baixo. A pintura não gosta. E muitas vezes também não gosta da goma e da resina que sai das próprias árvores, ou mesmo do pólen que anda no ar e que parece ir ficar na ventilação para sempre.
  8. Perder as chaves do carro. Quem nunca? Assim que chegamos a casa, há sempre um espaço que todos temos para onde atiramos as chaves e alguns dos objetos que trazemos connosco. Mas mesmo assim, uma grande maioria dos condutores já conseguiu, em determinada altura, ter de usar aquela mítica pergunta: “Viste a chave do carro?”. E isto também acontece com os carros que já usam um cartão em vez de uma chave convencional e ainda mais com aqueles em que a chave nem precisa sair do bolso. Se imaginassem a quantidade de histórias que já ouvimos e que incluem uma máquina de lavar roupa…

Conduzir deveria ser uma coisa natural e totalmente isenta de stress. E nunca algo que temos de nos mentalizar sempre que saímos de casa. O ritmo em que muitos de nós andamos torna quase impossível não passar por uma destas distrações ou tantas outras.

Mas para bem da nossa sanidade mental, os momentos que passamos ao volante, por muito curtos ou longos que possam ser, devem obrigatoriamente ser daqueles que nos tranquilizam e eliminam algum do stress que possa estar acumulado.

E se o condutor do carro da frente não pensar da mesma forma, escolha outra música, olhe numa direção diferente e deixe-o ir à vida dele. De certeza que quando chegar a casa se vai esquecer de recolher os espelhos, naquele lugar debaixo da árvore e uns escassos três centímetros de um muro.

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