Peugeot 308 SW dá continuidade à história das carrinhas da marca francesa

By on 2 Maio, 2022

A nova geração da Peugeot 308 SW já chegou ao mercado nacional, com versões a gasolina, diesel e duas híbridas com as quais já tivemos oportunidade de ter um primeiro contacto.

Depois da berlina ter surpreendido o mercado com as suas linhas mais marcantes e originais, que até já lhe valeram o título de carro do ano, chega agora a vez da carrinha da gama entrar no mercado nacional, ainda mais elegante, com traços próprios, bastante visíveis na traseira e com diversas diferenças face à berlina, mas também com uma personalidade mais familiar.

Para a conhecermos em primeira mão, a marca organizou um evento para a imprensa, onde tivemos oportunidade de conduzir uma das versões híbridas plug-in que passam agora a estar disponíveis no mercado. A primeira impressão está obviamente relacionada com o desenho deste modelo. Apesar da unidade que conduzimos ter a carroçaria pintada de negro e um nível de equipamento mais desportivo, em que diversos elementos recebem o mesmo tom – não deixando, no entanto, perceber a originalidade dos traços deste conjunto da melhor forma – é fácil encontrar um visual mais agressivo e desportivo, com detalhes muito bem conseguidos e diferentes da versão de cinco portas que já conhecemos.

Face à berlina, a 308 SW cresce bastante, o que é fácil de adivinhar num primeiro olhar. O que já não é assim tão percetível é que a distância entre eixos também é superior em 55 mm, o que comprova a existência de uma afinação específica da plataforma para esta versão, e não apenas algumas mudanças na carroçaria. Em conjunto com um vão traseiro que também é mais generoso em termos de centímetros, tudo contribui para que o habitáculo seja ainda mais amplo e que a bagageira possa oferecer uma volumetria em torno dos 680 litros de capacidade.

No habitáculo, a geração mais recente do i-Cockpit caracteriza a posição de condução com um volante de tamanho mais compacto e colocado numa posição mais baixa do que o habitual, de forma a poder ter uma melhor visibilidade para a instrumentação, que também está posicionada um pouco mais acima. As primeiras versões desta solução eram bastante confusas e pouco ergonómicas, mas a verdade é que, depois de algumas atualizações – tendo a 308 SW, obviamente, a versão mais recente – o resultado é cada vez mais agradável e simples de utilizar, já estando numa fase em que até se tornou bastante agradável.

O ambiente a bordo da nova geração do 308 é bastante sofisticado. A instrumentação de visual tridimensional é fora do comum, mas dentro do conjunto moderno, e o enorme monitor central com dez polegadas, inclui todas as funções do infotainment. E por baixo deste, está um outro, destinado apenas a garantir que o acesso aos principais menus está disponível de uma forma mais simplificada e rápida, sendo personalizável.

Em termos de equipamento, a oferta começa com o Active Pack, que já inclui o Active Safety Brake, o ar condicionado automático de regulação independente, o tal monitor central de dez polegadas e o painel de instrumentos digital de que já lhe falámos, o sistema de iluminação em LED e a possibilidade de ligar, sem fios, o telefone ao sistema, através de Apple CarPlay ou Android Auto. Se não chegar, é ainda possível optar por mais quatro patamares de equipamento, sendo o mais completo o GT Pack, muito mais recheado.

O sistema híbrido que tivemos oportunidade de conduzir com a 308 SW usa como base um motor Puretech de 180 cavalos e um segundo motor, elétrico, com 110 cavalos de potência, o que resulta numa potência combinada de 225 cavalos. Inclui uma caixa de velocidades automática de oito relações e uma bateria de iões de lítio com uma capacidade de 12,4 kWh, o que se traduz numa autonomia até 60 quilómetros em modo puramente elétrico, mas também nos cinco litros de média de consumo que conseguimos num trajeto de estrada e autoestrada, por norma, aquele que os sistemas elétricos nem gostam muito, por não haver tanta capacidade de regeneração. Os valores referenciais como os 1,2 litros de média indicados pela marca para esta versão, são conseguidos mais facilmente em ambiente urbano.

A produção da nova Peugeot 308 SW será feita na fábrica de Mulhouse, em França, em conjunto com a berlina. E depois, na chegada a Portugal, os preços começam nos 27 mil euros da versão Active Pack, equipada com o motor 1.2 PureTech de 110 cavalos, sendo que por mais 800 euros, já tem acesso à versão de 130, ambas com caixa manual, ainda que esteja disponível uma automática em opção, mas apenas para a versão mais potente. Nos Diesel, a versão de acesso é também a Active Pack, com um valor de 31.100 euros e com a presença do motor 1,5 BlueHDi de 130 cavalos.

Caso prefira optar por uma das novas versões híbridas plug-in, usufruindo dos préstimos da eletrificação, a versão base também conta com o nível de equipamento Active Pack e com o sistema híbrido de 180 cavalos, em conjunto com a caixa automática de oito relações. E, neste caso, o preço de entrada é de 39.150 euros. Se desejar, a Peugeot tem também disponíveis diversas opções em termos de financiamento, tanto para clientes particulares, através da solução Easy Credit, ou para empresas, com o Free2Move Lease, com todos os serviços já incluídos.

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