Quer aproveitar a atual situação para comprar carro? Estas 10 dicas são essenciais para um bom negócio!

By on 29 Maio, 2020

O desconfinamento chegou, os espaços de vendas e as propostas online estão ativas e já pode pensar em comprar carro. Se a sua situação o permite e precisa de trocar de carro, aqui ficam 10 dicas fundamentais para que possa fazer um bom negócio, quem sabe, já este fim de semana! É que as marcas abriram as comportas dos descontos e estão ansiosas para escoar os seus stocks. Por isso, esta pode ser uma ótima oportunidade para fazer um excelente negócio!

1 – Defina um montante

Um teto orçamental é de imediato uma grande ajuda para balizar até onde estamos dispostos a ir. Desta maneira, filtramos de imediato um grande rol de veículos. Porém, pode haver dúvidas sobre o montante que queremos gastar: regra de ouro é não se gastar mais de 25% do orçamento familiar.

2 – O carro é para o quê? 

Vamos comprar um carro para o quê? Tudo depende do gosto e disponibilidade da carteira, mas vale sempre a pena ter em conta o propósito primordial de utilização. Dependerá do tamanho da família e seguir as modas pode ser prejudicial, pois um SUV grande pode ser muito giro, mas não fazer falta nenhuma e agravar o orçamento sem necessidade.  

3 – Novo ou usado?

Um modelo novo é naturalmente mais dispendioso, mas tem várias vantagens: é a estrear e por isso vem imaculado, toda a sua história de vida começa a ser escrita por nós; tem muitos anos pela frente que, em condições normais, será muito menos suscitável a problemas mecânicos que um veículo em segunda mão; tem garantia de fábrica. Já um modelo usado, a não ser que procuremos algo raro ou muito específico, à partida haverá um amplo leque de ofertas que nos permite escolher o melhor negócio; é mais acessível que um carro novo (se tivermos em conta o mesmo modelo); porém desconhecemos o seu percurso de vida e o seu historial mecânico, o qual pode esconder problemas fruto da sua utilização/estado que poderão acarretar despesas extras e que pode fazer subir o preço inicialmente ‘em conta’; porém, o custo do veículo, mesmo que necessite de alguma revisão, por vezes pode compensar face ao tipo de utilização que pretendemos. Ou seja, tem de ponderar mnuitoi bem o que vai fazer.

4 – Pesquise bem e em sítios de internet de referencia

Deve consultar vários sítios de marcas, ver as características, preços, opcionais e equipamento de série. Procure as campanhas, leia os ensaios do AUTOMAIS e fique a conhecer os pró e contra de cada modelo e só depois de ter conhecimento, pode fazer uma escolha educada.

5 – Pondere as opções

Começar a fazer contas mediante alguns critérios, como o tipo de utilização, distância diária, quilómetros médios anuais, custo do veículo, consumos, quanto irá ficar a mensalidade. Enfim, faça um orçamento tendo em conta os quatro pontos anteriores.

6 – Escolher o financiamento

Se vai recorrer ao crédito para a compra, o ideal é ponderar o melhor negócio, tendo em conta os juros associados. Investigue as financeiras das marcas, pois habitualmente, a sua escolha oferece sempre benefícios e descontos a não negligenciar. E nestes tempos de confinamento, acreditamos que há muitos bons negócios em perspetiva ou em oferta.

7 – Verifique e confirme os preços

Tenha muita atenção aos preços, pois por vezes o preço é meramente indicativo e ficam a faltar as “gorduras” como o seguro, as despesas de legalização e outras, que se amontoam sobre o preço inicial. Tenha muita atenção aos itens que constam da fatura antes de a assinar e dar ordem de compra. 

8 – Faça, sempre, um ensaio ao modelo

Seja novo ou usado, peça sempre para fazer um curto teste ao modelo, para que depois de muitas contas e decisões, não fique nos braços com um carro que o deixa angustiado.

9 – A hora da compra

Apesar dos tempos que vivemos, pode sempre chegar ao final da negociação e tentar puxar, um pouco mais, “a brasa à sua sardinha”. Seja na oferta de algum extra que não conseguiu incluir na simulação que fez, seja na redução das mensalidades com a oferta de seguro ou das despesas de legalização, enfim, tente sempre mais alguma coisa. O mais que pode ouvir é um “não”!

10 – Não se entusiasme com os extras

É fácil sermos levados pelo entusiasmo e um simples “sim” traduzir-se em mais alguns números na fatura final para os quais não estávamos preparados. Daí que, por muito que queiramos o veículo, ‘ele não foge’, e podemos ter de estar preparados a dizer não. Na dúvida, devemos mesmo fazê-lo. O ponto aqui é não nos precipitarmos e garantirmos que tudo aquilo que foi falado é o contratualmente definido, para que não haja surpresas. Nervos de aço são precisos nesta altura!

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